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Notas de Biblioteca discute sustentabilidade e sua relação com bibliotecas vivas


Em fevereiro, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e a SP Leituras publicaram a décima edição do Notas de Biblioteca, cuja temática fala sobre a sustentabilidade e sua correlação com as bibliotecas, sejam públicas ou privadas. O objetivo é ajudar estes centros culturais – especialmente os do interior – a mobilizar pessoas e recursos para que acervos, equipamentos, espaços e serviços estejam a serviço da construção autônoma e continuada do conhecimento. No texto, é explicado que bibliotecas vivas devem ser bibliotecas sustentáveis, sob o risco de não cumprirem com seu papel. Baixe o arquivo PDF neste link.

Nesta edição, a sustentabilidade é tratada em seus vários aspectos. Começa pela definição do conceito e mostra como a relação entre a biblioteca e a comunidade na qual se insere é fundamental para uma instituição sustentável. A partir daí, explora e indica várias possibilidades de promoção da sustentabilidade da biblioteca – abarcando seus serviços, sua comunicação, o advocacy, a formação de parcerias e a mobilização de recursos.

“Com esta publicação, esperamos contribuir para a transformação contínua das bibliotecas em equipamentos cada vez mais vivos, sustentáveis e integrados com a comunidade”, afirma Pierre André Ruprecht, diretor executivo da SP Leituras. Ele ressalta que a temática de cada edição é definida por um conselho curatorial formado por integrantes da organização social e da Unidade de Difusão Cultural, Bibliotecas e Leitura (UDBL).

O Notas de Biblioteca é uma publicação do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB) e tem uma abrangência nacional, tratando de assuntos cotidianos da área de Biblioteca, Biblioteconomia e Ciência da Informação. Entre os temas já abordados estão a informatização das bibliotecas; técnicas de reparos em material bibliográfico; a elaboração de projetos culturais; uma explicação didática do conceito de biblioteca viva; dicas de como implementar uma gibiteca; entre outros. O caderno começou a ser publicado em 2008 e é distribuído para unidades vinculadas ao sistema, universidades e instituições do segmento, com tiragem média de 3 mil exemplares.